15h00 | Multimeios - Sala PolivalenteO First Pitching Session (FPS) é um novo momento do CINANIMA, criado em colaboração com o Piquenique na Lua, que abre espaço à nova geração de talentos na animação. Esta iniciativa oferece uma oportunidade única para apresentar projetos em desenvolvimento a um painel de profissionais da indústria, bem como a jovens criadores à procura de colaborações. Destina-se a estudantes, recém-licenciados e jovens animadores de qualquer parte do mundo que estejam a dar os primeiros passos no mundo da animação e que queiram expor o seu trabalho, obter feedback e criar novas ligações na área.
Filme: Hare Cristiano
Realização: Carlos Silva
Sinopse: Nesta comédia satírica, os adeptos portugueses celebram os feitos milagrosos de Cristiano Ronaldo, que lidera a seleção portuguesa à vitória no jogo final do campeonato mundial. Antes de garantir a vitória discrepante, o seu sucesso é interrompido por um poderoso jogador misterioso entra em campo.
Irão os portugueses ganhar a taça?
Nascido em Santarém, Carlos Silva mudou-se para Lisboa onde concluiu a licenciatura em Animação Digital na Universidade Lusófona. Estagiou na Ocidental Filmes no projeto “Sr. Passageiro” e desde então tem participado em pequenos projetos de animação. De momento, faz trabalho freelance variado.
Aos 18 anos ganhou o concurso “Rock the Elements” da FCT-Nova com o filme “Random, Fun, Mildly Interesting Facts About the Elements”.
O seu filme de graduação, “Vingingus”, foi exibido no Cinanima (Prémio jovem cineasta) e no 3 in 1 Film Fest.
Filme: Ο καφές είναι φρέσκος (Coffee’s Fresh)
Realização: Aspasia Kazeli
Sinopse: Este documentário animado revela as memórias entrelaçadas de Voula e Antonis, um casal de idosos que revisita quase 20 anos de vida e a passagem para a idade adulta. Guerra, restrições e imigração marcam o percurso dos dois, da ilha de Samos a um campo de refugiados na Palestina Mandatória. Entre infância e juventude, revivem «anos despreocupados entrelaçados com tempos difíceis». A Guerra Civil Grega e o pós-guerra moldam o destino de Voula, cuja carreira de atleta é limitada por normas sociais. As lembranças ganham forma fluida na animação de «Ο καφές είναι φρέσκος» (“O café está fresco”).
Aspasia Kazeli é licenciada em Design pela Universidade do Egeu e mestre em Animação pela Academia de Artes da Estónia. Lá, criou a curta-metragem de animação «my mother, the sea» (2022, 6’, EST/GR), que recebeu prémios em festivais nacionais e internacionais. Contribuiu para a produção de animação «PERCEBES» (2024, 12’, PT/FR) do estúdio BAP e criou curtas-metragens de animação para as exposições do Museu Benaki. Atualmente, Aspasia trabalha como animadora freelancer e professora de animação.
Filme: Escritório de Nada
Realização: Sara Oliveira
Sinopse: Um documentário ficcional, onde um observador moralmente vazio testemunha a Máquina Sistemática, metáfora orgânica da alienação laboral. O Escritório surge como um lugar visceral, marcado pela repetição e pela impossibilidade de fuga.
Sara Oliveira é uma realizadora e animadora luso-brasileira. Nascida no Porto, Portugal, é licenciada em Multimédia pela ESMAD e atualmente está a fazer um mestrado em Som e Imagem, com especialização em Animação, na Escola de Artes da UCP. Com formação em música, toca violino e outros instrumentos e ensina música, procurando trazer uma sensibilidade musical ao ritmo e ao som dos seus filmes.
Trabalhando com animação 2D e 3D, Sara gosta de combinar técnicas digitais e tradicionais: desenho, colagem, pintura e som, a fim de criar imagens texturizadas e em camadas. O seu trabalho explora frequentemente temas como alienação, repetição e transformação.
A sua curta-metragem anterior, Thyestean (2024), usou o canibalismo como metáfora para o egoísmo humano. Ela também co-dirigiu Deuses Efémeros (2025) junto com dois colegas animadores e um designer de som. Atualmente, ela continua a desenvolver a sua exploração de temas simbólicos e existenciais no seu novo projeto, Escritório de Nada.
Filme: Já Estive Aqui
Realização: Adriana Andrade, Artur Correia e Maria Rendas
Sinopse: Um encontro do presente e do passado, que revela a passagem inevitável do tempo e a mudança natural das coisas.
Inspirado na experiência de crescer no campo, descobrimos como estas memórias nos marcaram e moldaram ao longo da vida.
Estudou na EPI–Escola Profissional de Imagem no curso de Animação 2D/3D, onde também teve a oportunidade de estagiar em Malta, através de um programa Erasmus+.
De seguida, frequenta o curso de Animação Digital na Universidade Lusófona,
onde co-realiza a sua primeira curta “Pelas Costuras”, explorando pela primeira vez o seu amor por mix-media e materiais irreverentes, nomeadamente tecido, missangas e quinquilharias.
No último ano do curso, co-realiza as curtas “O Velho e o Farol e “Já Estive Aqui”.
Amante das artes, do cinema e do stopmotion, pretende especializar-se em Realização.
Estudou Desenho Digital 3D na Val do Rio Oeiras, estagiou em Turim, Itália e mais tarde fez um ano sabático onde trabalhou como um designer de interiores.
Neste momento frequenta a Licenciatura de Animação Digital na Universidade Lusófona – Centro Universitário de Lisboa.
Co-realizou a curta “Crescer à Força”, no seu último ano da licenciatura, co-realiza as curtas “O Velho e o Farol e “Já Estive Aqui”.
Trabalha como distribuidor de filmes de animação e após realizar um workshop na Eslóvenia e na Eslováquia, como também realizar uma masterclass na Bulgária, pretende especializar-se em stop-motion e produção.
Estudou na Escola Secundária José Saramago, em Mafra, no curso científico-humanístico de Artes Visuais. Atualmente, frequenta a licenciatura em Animação Digital na Universidade Lusófona.
Tem um especial interesse por construção narrativa, concept art, animação 2D, stop motion e trabalho com texturas. Pretende continuar a explorar a arte e o cinema, aprofundando a sua linguagem visual e criativa.
Filme: São “Só” Rabiscos
Realização: Maria Margarida Pessanha
Sinopse: Um artista faz um risco. Corre mal. Amarrota o papel e faz outro. Corre mal de novo. Amarrota. “Raios, quando é que desenhar se tornou tão difícil? Antigamente desenhava crocodilos tão toscos, e ficava feliz com isso.”. O artista desenha um crocodilo tosco como fazia em criança… Mas desta vez, ele ganha vida, transportando-nos para um universo em branco: um sítio onde não existe o conceito de “estúpido” , nem de “erro” e, por isso, o sítio onde nascem os melhores (e mais loucos) desenhos e ideias.
Maria Margarida (1998). Licenciada em Ciências da Educação, e mestre em Ilustração e Animação pelo IPCA. Maria passa os dias a pensar em desenhos, procurando novas formas de contar histórias através de personagens coloridas e universos imaginários. Nos últimos anos, tem-se focado em trabalhar animação com um público geral, tendo dinamizado workshops e oficinas de stop motion nos mais variados contextos.
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